domingo, 15 de dezembro de 2013

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

A CASA E O LAR

casa é uma construção de cimento e tijolos.
lar é uma construção de valores e princípios.

Casa é nosso abrigo das chuvas, do calor, do frio...
Lar é o abrigo do medo, da dor e da solidão.

Casa é o lar onde as pessoas entram para dormir, usar o banheiro, comer. Onde temos para sair e retardarmos a hora de voltar.
Lar é o lugar onde os membros da família anseiam por estar  nele, onde refazem suas energias, alimentam-se de afeto e encontram o conforto do acolhimento. É onde temos pressa de chegar e retardamos a hora de sair.

Numa casa criamos e alimentamos problemas.
o lar é o centro de resolução de problemas.

Numa casa moram pessoas que mal se cumprimentam e se suportam.
Numa lar vivem companheiros que, mesmo na divergência, se apoíam e nas lutas se solidarizam.
Numa casa moram pessoas que mal se cumprimentam e se suprotam.
Num lar vivem companheiros que, mesmo na divergência , se apoíam e nas lutas se solidarizam.

Numa casa desdenha-se dos nossos valores.
Num lar plantam-se sorrisos.

A casa é um nó que oprime, sufoca...
o lar é um ninho que aconchega.
Se você ainda mora em uma casa, nós o (a) convidamos a transformá-la, com urgência, em um lar e que jesus seja sempre o seu convidado especial.


Abigail Guimarães ( inspirada numa reflexão de Alba Magalhães David)

O PREÇO DO MILAGRE É O AMOR!

O  PREÇO DE UM MILAGRE

UMA HISTÓRIA VERDADEIRA


Tess era uma garotinha precoce de 8 anos, quando ouviu seu pai e sua mãe conversando sobre seu irmãozinho, Andrew.

Tudo que ela sabia era que este estava doente e que eles estavam completamente sem dinheiro. Eles se mudariam para um apartamento num subúrbio no próximo mês, porque o Papai não tinha recursos para pagar as contas do médico e o aluguel do apartamento.

Somente uma intervenção cirúrgica muito cara poderia salvá-lo agora, e parecia que não havia ninguém que pudesse emprestar-lhes o dinheiro. Ela ouviu seu pai dizer à sua mãe chorosa, com um sussurro desesperado:
"Somente um milagre poderá salvá-lo agora."

Tess foi ao seu quarto e puxou o vidro de gelatina de seu esconderijo no armário. Despejou todo o dinheiro que tinha no chão e contou-o cuidadosamente. Três vezes. O total tinha que estar exato. Não havia margem de erro. Colocando as moedas de volta no vidro com cuidado e fechando a tampa, ela saiu devagarinho pela porta do fundo e andou 5 quarteirões até a Farmácia Rexall, com seu símbolo do Chefe Pele Vermelha sobre a porta.

Ela esperou, pacientemente, que o farmacêutico a visse e lhe desse atenção, mas ele estava muito ocupado no momento. Tess esfregou os pés no chão para fazer barulho. Nada! Ela limpou a garganta com o som mais terrível que ela pôde fazer. Nem assim! Finalmente, ela pegou um níquel do vidro e bateu no vidro da porta. Finalmente!

"E o que você quer ?" perguntou o farmacêutico com voz aborrecida. "Estou conversando com meu irmão, que chegou de Chicago, e que não vejo há séculos", disse ele sem esperar resposta pela sua pergunta.

"Bem, eu quero lhe falar sobre meu irmão", Tess respondeu no mesmo tom aborrecido. "Ele está realmente doente... e eu quero comprar um milagre."

"Como?", balbuciou o farmacêutico atônito.

"Ele se chama Andrew e está com alguma coisa muito ruim crescendo dentro de sua cabeça e Papai diz que só um milagre poderá salvá-lo. Então, quanto custa um milagre ?"

"Não vendemos milagres aqui, garotinha. Desculpe, mas não posso ajudá-la", respondeu o farmacêutico, com um tom mais suave.

"Escute, eu tenho o dinheiro para pagar. Se não for suficiente, conseguirei o resto. Por favor, diga-me quanto custa."

O irmão do farmacêutico era um homem bem vestido. Ele deu um passo à frente e perguntou à garota. "Que tipo de milagre seu irmão precisa ?"

"Não sei", respondeu Tess, levantando os olhos para ele. "Só sei que ele está muito mal e Mamãe diz que ele precisa ser operado. Mas Papai não pode pagar, então quero usar meu dinheiro."

"Quanto você tem ?", perguntou o homem de Chicago.
"Um dólar e 11 centavos", Tess respondeu quase num sussurro. "É tudo o que eu tenho aqui... mas posso conseguir mais, se for preciso."

"Puxa, que coincidência", sorriu o homem. "Um dólar e 11 centavos - exatamente o preço de um milagre para irmãozinhos." Ele pegou o dinheiro com uma mão, e dando a outra mão à menina, disse: "Leve-me até onde você mora. Quero ver seu irmão e conhecer seus pais. Quero ver se tenho o tipo de milagre que você precisa."

Esse senhor bem vestido era o Dr. Carlton Armstrong, um cirurgião especializado em neurocirurgia. A operação foi feita com sucesso e sem custo algum, e meses depois Andrew estava em casa novamente, recuperado.

Mamãe e Papai comentavam alegremente sobre a seqüência de acontecimentos ocorridos. "A cirurgia", murmurou Mamãe, "foi um milagre real. Gostaria de saber quanto deve ter custado".
Tess sorriu. Ela sabia exatamente quanto custa um milagre... um dólar e onze centavos... mais a fé de uma garotinha.Um milagre não é a suspensão de uma lei natural, mas o resultado de uma lei maior.


(Fonte desconhecida)EÇO DE UM MILAGRE



MANTER

MANTENHA A AMIZADE DE SEUS AMIGOS.
SAIBA RETRIBUIR COM GRATIDÃO OS BENEFÍCIOS QUE RECEBE!
NÃO SEJA INGRATO!
SE DE ALGUÉM RECEBEU ALGUMA FAVOR, NÃO O ESQUEÇA,
NÃO O EXPULSE DO CÍRCULO DE SUAS AMIZADES!
NÃO FIRA SEUS AMIGOS!
NÃO MAGOE AQUELES QUE MUITAS VEZES SE SACRIFICARAM PARA DAR-LHE O MELHOR!
NÃO NEGUE CARINHO À QUEM SE DESVELOU PARA PROPORCIONAR-LHE MOMENTOS DE FELICIDADES, POIS, CERTAMENTE TENHA SIDO O MELHOR QUE ELA TINHA A OFERECER.
APROVEITE 2014 PARA FAZER A SUA REFLEXÃO E TENTE MANTER ACESA A CHAMA DA GRATIDÃO QUE É O COMBUSTÍVEL PRINCIPAL PARA SE MANTER BOAS AMIZADES!

ENCONTREI ESSE TEXTO SEM AUTOR E COLOQUEI ALGUMAS PALAVRAS MINHAS.
                                         


                                                   Lívia Morais

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

TRANSFORME SUA CAIXA VELHA NUMA LINDA CAIXA PARA PRESENTE!

VOCÊ SÓ PRECISA DE UMA CAIXA, FITA ARAMADA, COLA QUENTE E E.V.A, DEPOIS É SÓ USAR A IMAGINAÇÃO!







FAMÍLIA!

Por que é tão importante dedicar tempo à família?

Boyd K. Packer, “E um Menino Pequeno Os Guiará”, A Liahona, maio de 2012, p. 6.

Boyd K. Packer
Os membros do Quórum dos Doze Apóstolos são testemunhas especiais de Jesus Cristo.
O tempo dedicado à família é sagrado. O plano de felicidade é um plano voltado para as famílias.
A família é a organização mais importante no tempo e na eternidade.
Pedimos a nossos membros que demonstrem devoção a sua família.
Oro para que as famílias da Igreja sejam abençoadas, tanto os pais como os filhos.

Superei o Vício: Minha Jornada para Vencer a Pornografia



Quando jovem, nunca imaginei que a pornografia seria um problema que eu viria a enfrentar.
Ilustração: Jim Madsen
Nunca achei que uma menina poderia viciar-se em pornografia. Vi que estava errada quando tinha cerca de 16 anos de idade. Deparei-me com um vídeo pornográfico e, como estava sozinha, fiquei curiosa e parei para assisti-lo. Após aquela primeira vez, senti a necessidade de ver algo todos os dias. Fiquei viciada em pornografia.
Ao ver pornografia, sentia-me mal. Eu sabia que era errado, mas nada fiz para mudar. Nunca estava feliz e me sentia suja e infectada pela imundície tentadora de Satanás. Mas ainda assim encontrava maneiras de ver pornografia apenas para satisfazer meus desejos. Meu vício me levou a fazer cada vez mais coisas erradas. Passei a mentir para todos: meu irmão, minha mãe e, pior de tudo, para o Senhor e para mim mesma. Eu me iludia dizendo que só mais um filme não ia me fazer mal, só mais uma história suja não seria lá tão ruim.
Eu continuava indo à igreja, à Mutual e ao seminário, mas não tinha a atitude certa nem o Espírito comigo. Eu estava ressentida, assim não tirava proveito algum das aulas. Parei de pagar o dízimo, de orar e de ler as escrituras. Sentia-me culpada, mas ainda assim não conseguia parar. Eu estava afundando dia após dia.
Por fim, meu acesso à pornografia foi bloqueado. No começo senti falta da pornografia, mas então percebi que as coisas tinham mudado para melhor. Minha rotina estava diferente. Não via mais pornografia todos os dias. A vontade de ver ainda não acabara, mas melhorei minha capacidade de vencê-la. Por fim, depois de ficar viciada em pornografia por dois anos, comecei a orar constantemente para ter forças e parei por completo. Mas ainda me sentia suja por dentro. Eu sabia que precisava conversar com o bispo, mas simplesmente não tinha forças para isso.
Depois de ouvir relatos de várias pessoas que tinham passado pelo processo do arrependimento e superado provações, acabei sentindo que precisava mesmo procurar o bispo. Percebi também que estava me privando de uma grande bênção na Igreja: a bênção patriarcal.
Marquei uma entrevista com o bispo.
Senti vergonha ao entrar na sala dele na noite da entrevista. Eu tinha medo de que ele olhasse para mim e dissesse que eu era um caso perdido e que eu cavara um poço fundo demais para conseguir sair. Eu tinha medo de que ele nunca mais olhasse para mim da mesma forma. Mas quando lhe contei toda a minha história, ele sorriu para mim com carinho e escutou atentamente. Ele se importava comigo de verdade. Depois de conversar com o bispo e resolver algumas pendências, ele finalmente me disse que eu estava limpa.
Os anos que passei viciada em pornografia foram os mais difíceis de minha vida, mas a sensação que tive ao sair da sala do bispo era ótima: sentia-me limpa. Foi como tirar dos ombros um peso que eu carregava havia muitos anos. Fiquei feliz por poder receber a bênção patriarcal, tomar o sacramento dignamente e voltar a contar com a companhia do Espírito. Sentia-me uma nova pessoa. As pessoas até me diziam que minha aparência mudara, e que eu irradiava um brilho diferente. Eu estava mais feliz o tempo todo e tinha uma atitude melhor em relação a tudo.
Sei que com a ajuda do Senhor podemos mudar e superar vícios. E não precisamos nos preocupar antes de conversar com o bispo, pois ele vai nos ajudar a nos arrepender a fim de nos sentirmos limpos de novo por meio da Expiação de Jesus Cristo.

O Que É o Arrependimento?

“Por meio da Expiação, você pode receber o perdão e ser limpo(a) de seus pecados, ao se arrepender.
O arrependimento é mais do que o simples reconhecimento dos atos errados. (…) O arrependimento inclui o processo de afastar-nos do pecado e de voltar-nos a Deus para obter o perdão. (…)
Se você pecou, quanto mais cedo se arrepender, mais cedo começará a trilhar o caminho de volta e mais cedo encontrará a paz e a alegria que vêm com o perdão. (…)
Ao esforçar-se para arrepender-se, procure a ajuda e o conselho de seus pais. Alguns pecados graves, como as transgressões sexuais ou o uso de pornografia, precisam ser confessados ao bispo. Seja completamente honesto(a) com ele. Ele vai ajudar você a se arrepender.
Para o Vigor da Juventude, livreto, 2011, pp. 28, 29.

Tornar-nos Santos Melhores por Meio do Envolvimento Inter-Religioso

Quando servimos ao lado de pessoas de outras religiões, não só fortalecemos nossa comunidade e melhoramos nossos relacionamentos, mas também nos tornamos melhores discípulos.
Os líderes da Igreja sempre incentivam os membros a participar de projetos de serviço e causas ligadas a questões morais com pessoas sinceras de coração, seja qual for a filiação religiosa delas. E os líderes da Igreja sempre dão o exemplo. Recentemente, o Presidente Dieter F. Uchtdorf, juntamente com a esposa, Harriet, recebeu o prêmio Humanitário do Ano dos Serviços Comunitários Católicos. Ele comentou sobre a ironia de “duas pessoas alemãs, ex-luteranas, agora mórmons dedicados, serem homenageadas por católicos nos Estados Unidos da América”.1
Os membros da Igreja do mundo inteiro vêm atendendo de modo louvável ao chamado para servir ao lado de integrantes de outras organizações. Fiquei tocada com o relato de alas SUD que participam de hortas comunitárias, realizam conferências inter-religiosas sobre valores morais e organizam projetos de limpeza comunitários com outras congregações.
No tocante ao serviço com pessoas de outras religiões, constatei a veracidade do seguinte incentivo do Élder Quentin L. Cook, do Quórum dos Doze Apóstolos: “O serviço inter-religioso respeitoso e sincero não só fortalece nossa comunidade, mas também nos permite crescer coletiva e individualmente em nosso amor por Deus e Seus filhos”.2

Melhorar o Mundo

Há alguns anos, uma ministra presbiteriana mudou-se para minha comunidade desejosa de servir a todos os vizinhos e não apenas à congregação de sua igreja. À medida que ela procurou estender a mão em nosso bairro predominantemente SUD, oferecer-se para ajudar e fazer convites para festas, os membros da ala começaram a participar dos projetos de serviço da congregação dela. Juntos, ela e os vizinhos de várias religiões organizaram uma festa beneficente que ajudou significativamente uma família SUD que tinha despesas médicas vultosas.
O Apóstolo Orson F. Whitney (1855–1931) afirmou: “Deus está usando vários grupos para a realização de Sua grande e maravilhosa obra. (…) Ela é demasiado grandiosa e árdua para um único povo”.3 Coisas grandiosas podem ser realizadas quando pessoas boas se unem. Os esforços da ministra, em nosso bairro, levaram à formação de um comitê inter-religioso comunitário que, juntamente com a Sociedade de Socorro da estaca, organizou uma conferência para fornecer kits de higiene e livros a agências de refugiados. Esses contatos inter-religiosos permitiram em seguida que os membros da estaca ajudassem uma congregação a doar alimentos para um grande grupo de refugiados e a enviar reforços quando outra igreja precisou de mais voluntários num abrigo para sem-teto.
“Temos a responsabilidade (…) de cooperar com outras igrejas e organizações”, disse o Presidente Thomas S. Monson aos membros;4 e esse trabalho conjunto já abençoou o mundo muito além do serviço humanitário. Num discurso para líderes cristãos nos Estados Unidos, o Élder Jeffrey R. Holland, do Quórum dos Doze Apóstolos, descreveu uma série de diálogos travados entre membros da Igreja e cristãos evangélicos na Universidade Brigham Young.5 Um fruto dessas conferências foi o pedido de desculpas de um preeminente teólogo pelas deturpações da doutrina mórmon perpetradas por algumas pessoas de sua comunidade.6A respeito dessa construção de pontes, o Élder Holland disse: “Não posso deixar de crer que a mão do Senhor esteja guiando esses acontecimentos nesta época conturbada”.7

Melhorar Nossas Relações

Ao servirmos ao lado de outras pessoas, certas orientações podem ajudar-nos a tornar nossas interações mais significativas e a evitar ofensas. Certa vez, quando eu morava numa cidade grande, apresentei-me como voluntário num programa de reforço escolar para o grande público promovido por uma igreja local, mas fiquei sabendo que o responsável não me aceitou por eu pertencer à Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Essa experiência pessoal me convenceu a valorizar a contribuição de qualquer pessoa, a despeito de sua filiação religiosa (ou da falta dela). É com satisfação que respondo ao interesse de qualquer pessoa em aprender sobre a Igreja, mas também sei que nós, santos dos últimos dias, levamos a sério o mandamento deixado por Jesus de amar o próximo, vestir os nus, alimentar os famintos e visitar os presos (ver Mateus 25:34–36) sem esperar a conversão de quem recebe nossa ajuda ou das pessoas que servem a nosso lado. O envolvimento inter-religioso sincero e respeitoso nunca obriga nenhum grupo, inclusive o nosso, a repudiar as próprias crenças. Pelo contrário, incentiva os participantes a “não [contender] com igreja alguma” (D&C 18:20) e a “[revestir-se] do vínculo da caridade” (D&C 88:125).
Outra orientação útil veio de um sábio líder de uma estaca de nosso bairro que tem muitos membros da Igreja. Ele aconselhou os membros que servem com pessoas de outras religiões a não “tomar as rédeas” assumindo o controle das decisões ou a liderança, mas a trabalhar em conselhos e a permitir que “todos tenham privilégios iguais” (D&C 88:122). Esse líder, que tinha vasta experiência no trabalho com outras igrejas, também incentivou os membros a desenvolver boas relações. Ele constatara que algumas pessoas que tinham trabalhado com os santos dos últimos dias os achavam trabalhadores e simpáticos, porém mais interessados em fazer o trabalho do que em desenvolver amizades.
Minhas experiências pessoais na comunidade e em causas educacionais têm me convencido de que o Espírito é forte quando diversas pessoas se unem numa causa digna. O amor fraternal e a pureza da motivação fazem o trabalho avançar ainda mais do que somente com os árduos esforços envidados.8
Um orador SUD numa conferência acadêmica inter-religiosa observou que a criação de laços com os outros ajuda as pessoas de outras religiões a nos entender melhor.9 Outra estudiosa, que não é de nossa religião, leciona sobre o mormonismo numa importante universidade americana. Ela verificou que seus alunos queriam saber mais sobre nossa Igreja, “principalmente (…) por terem sido levados a crer que a religião era uma seita, mas sua experiência pessoal com amigos e colegas mórmons não correspondia a esse estereótipo”.10

Melhorar a Nós Mesmos

O serviço prestado ao lado de outras pessoas não só as ajuda a nos compreender, mas também nos motiva a aprender com elas e a nos conscientizar mais de que Deus “não [faz] acepção de pessoas” (D&C 1:35). Ele ajuda as pessoas boas de todas as religiões e culturas em seu empenho para melhorar a vida de Seus filhos.
Esse reconhecimento do que há de bom nos outros nos ajuda a permanecer humildes — ao contrário dos fariseus condenados por Jesus devido a seu orgulho espiritual (ver Mateus 23) ou dos zoramitas, descritos pelo Livro de Alma como exclusivistas e arrogantes (ver Alma 31). Se estivermos abertos ao que há de bom nos outros, conseguiremos nos tornar pessoas melhores.
Nosso amor pode expandir-se para além do círculo íntimo da família e abranger não só nossos amigos, mas também os vizinhos e até mesmo nossos inimigos. Um membro da Igreja que serviu nas forças armadas americanas no Japão logo após a Segunda Guerra Mundial falou de sua dificuldade para superar seu rancor pelo povo japonês. No entanto, depois de receber dos habitantes de uma cidadezinha japonesa as boas-vindas a um santuário de adoração, conta ele: “Percebi que o espírito deles tocou o meu e passei por uma mudança incrível em meus sentimentos em relação a eles. Minha amargura se desfez. (…) Fiquei a pensar no que acontecera naquele santuário e na transformação espantosa de meus sentimentos em relação às pessoas de lá”.11
Da mesma forma, quando recebemos de coração as pessoas em nosso meio, elas também podem passar por uma transformação. Uma cristã evangélica que se formou na Universidade Brigham Young escreveu um artigo sobre sua experiência pessoal e descreveu o quanto ficava na defensiva em relação aos alunos SUD no início. Mas, depois de finalmente fazer amizades significativas, ela conta: “Passei a valorizar a ênfase que, a meu ver, os santos dos últimos dias atribuíam à proximidade de Deus com a humanidade. Comecei a reconhecer que, na tentativa de preservar a superioridade de Deus, eu sacrificara Sua proximidade — e essa percepção exerceu um efeito profundo sobre mim”.12
Em seu discurso para líderes cristãos, o Élder Holland reconheceu que “há riscos quando aprendemos algo novo sobre outra pessoa. As novas perspectivas sempre afetam as antigas e, portanto, é inevitável que tenhamos de repensar, reorganizar e reestruturar nossa visão de mundo”.13 Ao fazer amizade com pessoas de outras religiões, não raro me surpreendo analisando nossas diferenças, tentando separar as diferenças culturais das doutrinárias e ao mesmo tempo procurando valorizar tudo de virtuoso e louvável que elas têm a oferecer. De fato, esse esforço às vezes parece arriscado, mas sempre vale a pena. No processo de reestruturação de meus paradigmas, surpreendo-me desfazendo-me cada vez mais de meus preconceitos culturais e me aproximando da essência do evangelho.
Vários grupos SUD convidaram minha amiga ministra para discursar sobre o tema “amar ao próximo apesar das diferenças religiosas”; e ela foi muito bem recebida pelo público. Por sua vez, ela convidou vários santos dos últimos dias, inclusive a mim, para dirigirem-se a diferentes congregações sobre o mesmo assunto. Após esses eventos, fui cercado por fiéis que queriam falar comigo, me abraçar e até mesmo derramar lágrimas de amor e compreensão mútuos. Em experiências assim, comprovei a veracidade da conclusão do Élder Holland:
“Quando deixamos de julgar as pessoas por sua cor, seu grupo étnico, seu círculo social, sua igreja, sua sinagoga, sua mesquita, seu credo e sua declaração de fé e nos esforçamos ao máximo para vê-las por quem e pelo que são — filhos do mesmo Deus —, ocorre uma mudança positiva e válida dentro de nós e assim somos levados a uma união mais estreita com aquele Deus que é Pai de todos nós”.14

Pontos Doutrinários

  •  
    Deus usa os sinceros de coração de todas as denominações e culturas para levar avante Sua obra na Terra.
  •  
    Ao trabalharmos com pessoas de outras religiões para promover causas nobres, produzimos mais frutos do que conseguiríamos sozinhos.
  •  
    O envolvimento inter-religioso respeitoso e amistoso dissipa mal-entendidos, constrói sentimentos de fraternidade e nos aproxima do Pai de todos nós.

Jesus Nasceu


Maria e José viajaram para Belém. Era muito longe. Maria estava grávida, e o bebê ia nascer em breve.
Todas as hospedagens estavam lotadas. Maria e José ficaram num estábulo onde dormiam animais. Jesus nasceu enquanto eles estavam lá.
Perto dali, pastores nos campos estavam vigiando suas ovelhas. Um anjo apareceu e mandou que fossem a Belém ver o bebê recém-nascido.
Os pastores encontraram o estábulo onde estavam Maria e José. Lá, numa manjedoura, estava o menino Jesus, envolto em panos. Ele seria o Salvador do mundo inteiro.
No Natal, nossos familiares e amigos às vezes nos dão presentes. Mas o maior presente de todos é o que o Pai Celestial nos ofertou. Ele enviou Seu próprio Filho, Jesus Cristo, para nascer na Terra.